
Recentemente, tive a oportunidade de assistir um breve momento da Moção de Aplausos concedida ao Felipe Reitz pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina.
Aqui você assiste a uma parte:
Maior obra científica do país, escrita por um único autor na área médica.
Mais do que um reconhecimento formal, o que me chamou atenção foi o padrão por trás disso.
Quem convive com o Felipe percebe rápido: não é sobre visibilidade. É sobre trabalho consistente, técnico e contínuo. Não sei como ele consegue escrever tanto (sempre ele está escrevendo algo!). Como ele mesmo disse em conversa recente: “tenho poucos pontos de parada nessa caminhada, é tudo muito laboral — mas necessário.”
Esse tipo de mentalidade explica o nível de entrega e por isso, não apenas reconhecer, disse que escreveria sobre esse recente feito (com a ajuda das minhas IA’s revisoras, claro).
Por que isso importa para o empresário
Esse é um ponto importante: a maioria das empresas ainda trata temas críticos — como riscos psicossociais — de forma superficial.
E isso gera um problema direto:
não sustenta auditoria.
A NR-1 hoje não abre espaço para subjetividade. Ela exige:
- critério claro
- estrutura
- evidência documental
- capacidade de defesa técnica
O que o Felipe fez foi organizar isso de forma prática.
Não é teoria. É aplicação.
O livro que ele lançou se posiciona exatamente nesse ponto:

👉 https://loja.uiclap.com/titulo/ua161079
Ele organiza a gestão de riscos psicossociais dentro da NR-1 com:
- passo a passo de implementação
- matrizes de risco estruturadas
- critérios objetivos
- geração de evidência auditável
Na prática, é sair do “achismo” e entrar em um modelo que funciona.
O mesmo raciocínio aplicado à LGPD
Esse não é um movimento isolado.
O mesmo padrão de pensamento aparece no trabalho dele com proteção de dados:
👉 https://www.amazon.com.br/Book-Mitigations-Practical-Strategies-Compliance/dp/6501100526

O Book of Mitigations trouxe uma abordagem direta para LGPD:
mitigar risco com método, não só cumprir checklist.
Isso deu origem a uma operação estruturada que, junto ao Kleber Ferreira, nos unimos para apoiar com uma solução para esse problema:
O que conecta tudo isso é simples:
empresas não quebram por falta de intenção, mas por falta de método.
Quando você estrutura risco, você ganha:
- previsibilidade
- segurança jurídica
- clareza operacional
- capacidade de crescimento consistente
Feito o jabá (para nós todos) esse reconhecimento ao Felipe não é sobre um prêmio.
É sobre validar um tipo de trabalho que o mercado precisa mais:
técnico, estruturado e aplicável.
Se você lidera uma empresa e ainda trata risco como algo subjetivo, esse é o momento de ajustar.